Segunda-feira, Fevereiro 25, 2008

Radiohead, Weird Fishes/Arpeggi (live at Later...)

Porque a revolução acredita que o Radiohead é a banda...
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Flor, feliz por você estar feliz com os brinquedinhos ae!!!
Te amo, saudade!!!
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agefqtj-

Domingo, Fevereiro 24, 2008

Que fonte usar?! Helvetica?!

Helvetica é um documentário de Gary Hustwit sobre a fonte Helvetica, uma das mais usadas no mundo. Helvetica questiona o uso exagerado dessa fonte. Gary foi entrevistado, e a Folha publicou parte de uma entrevista com ele.
A revolução gostou dessas perguntas/respostas:
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Folha-Porque não um filme sobre a fonte Times New Roman? Porque a Helvetica se impõe a tal ponto?!
Hustwit - A Helvetica é uma questão que realmente polariza opiniões dentro da comunidade do design. As pessoas que gostam dela são pessoas interessadas no modernismo, e as que não gostam são pessoas que o rejeitam. Ela se tornou símbolo do design gráfico modernista posterior e do chamado estilo suíço, o estilo internacional que ganhou imensa popularidade nos anos 1960. Na década de 70, todo mundo que se rebelava contra isso odiava a Helvetica, porque ela simbolizava uma linguaguem visual uniformizada, internacional, corporativa. Ainda existe uma divisão entre os designers, mesmo os jovens: há os que gostam daquela estilo clean, minimalista, racional, e os que querem que as coisas sejam mais emocionais e expressivas.
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Folha - O filme discute se a Helvetica pode continuar a ser neutra, depois de ser tão usada.
Hustwit - É verdade que as fontes tipográficas vão acumulando bagagem em decorrência de como são usadas. Quando olho para a Helvetica, penso em American Airlines. Uma das coisas espantosas da Helvetica é que ela vem sendo usada há décadas, inclusive usada em excesso, mas, mesmo assim, ainda a vemos por toda parte. E alguns designers gráficos jovens, muito voltados ao futuro, ainda a usam da mesma maneira como ela era usada nos anos 1960. Não consigo explicar por que, com as milhares de fontes das quais as pessoas dispõem hoje, uma grande porcentagem delas ainda opta por usar a Helvetica.
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Então, o Blogger não oferece, aos seus usuários, a Helvetica!!!
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E a revolução escuta Ramones!!!
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Flor, eu te amo!!!
agefqtj-

Sábado, Fevereiro 23, 2008

8 meses!!!


A revolução escuta direto a trilha sonora de Juno (dica da Flor, que viu antes, e que curtiu!!!). E na trilha sonora de Juno, a revolução descobriu Kymia Dawson (o melhor disco para começar é Remember That I Love You, de 2007).
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A revolução está com vontade de ler estes livros: Francis Bacon: A lógica da sensação, de Gilles Deleuze; A conversa infinita: A experiência limite, de Maurice Blanchot e O grão da voz, de Roland Barthes, mas a revolução prefere, atualmente, escutar música.
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Flor, oito meses: os melhores ever, é fato!!! Aquele sábado foi excelente, muita coisa mesmo!!! Saudade de você, volta logo!!! E este poema?!
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Peça coração - Heiner Müller
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Um- Posso pôr meu coração a seus pés.
Dois- Se não sujar meu chão.
Um- Meu coração é limpo.
Dois- É o que veremos.
Um- Eu não consigo tirar.
Dois- Você quer que eu ajude?
Um- Se não incomodar.
Dois- É um prazer para mim. Eu também não consigo tirar.
Um- (Chora)
Dois- Vou operar e tirar para você. Para quê que eu tenho um canivete. Vamos dar um jeito já. Trabalhar e não desesperar. Pronto – aqui está. Mas isto é um tijolo. Seu coração é um tijolo.
Um- Mas ele bate por você.
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[tradução de Marcos Renaux]
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Eu te amo, Flor!!!
agefqtj-

Quarta-feira, Fevereiro 20, 2008

11 meses e Jenny Holzer

(Intervenção de Jenny Holzer numa loja Helmut Lang em Paris)
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A revolução lembra de uma tarde há 11 meses atrás, e republica, por isso, um poema de Jenny Holzer, camarada muito importante para que a revolução pudesse acontecer, ou começar... Flor, aquele dia foi excelente, te amo... Dia 20 é bacana, eu gosto!!!
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Eu entro/ eu te vejo/ eu te observo/ eu te examino/ eu te espero/ eu te faço cócegas/ eu te provoco/ eu te respiro/ eu converso/ eu toco no seu cabelo/ você é a pessoa/ você é a pessoa que fez isso comigo/ você me pertence/ eu te mostro/ eu te sinto/ eu te pergunto/ eu não pergunto/ eu não espero/ eu não te pergunto/ eu não posso te contar/ eu minto/ estou chorando muito/ havia sangue/ ninguém me contou/ ninguém sabia/ minha mãe sabe/ eu esqueço seu nome/Eu não penso/ eu escondo minha cabeça/ eu escondo sua cabeça/ eu escondo você/ minha febre/ minha pele/ eu não consigo respirar/ eu não consigo comer/ eu não consigo andar/ eu estou perdendo tempo/ estou perdendo chão/ não posso agüentar isso/ eu choro/ eu grito/ eu mordo/ eu mordo seu lábio/ eu respiro sua respiração/ eu pulso/ eu rezo/ eu rezo em voz alta/ eu cheiro você na minha pele/ eu digo a palavra/ eu digo seu nome/ eu te cubro/ eu te abrigo/ eu fujo de você/ eu durmo ao seu lado/ eu cheiro você nas minhas roupas/ eu guardo suas roupas.
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agefqtj-

Terça-feira, Fevereiro 19, 2008

A revolução está de volta!!!

A revolução está de volta, e ouvindo muito LCD Soundsystem (Someone great tem vários remixes), Primal Scream (sobretudo Echo Dek), Burial (Untrue, que começa com um som inacreditável) e uma coletânea do KC and The Sunshine Band (isso mesmo, a revolução também dança!!!). A revolução está lendo pouco, mas comprou, recentemente, alguns livros. E está lendo e relendo este poema do Benjamín Prado, publicado na Modo de Usar & Co, com tradução de Fabiano Calixto:
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Frio como o inferno Roma, 1995
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Estamos no inverno e isto é Roma
e você não está.
Ando de um lado a outro
de seu nome,
tal qual
um urso numa jaula.
Marco um número.
Ligo o rádio, escuto uma canção
de Patti Smith dar voltas dentro de Patti Smith
como um gato numa máquina de lavar roupa.

Estamos no inverno e procuro uma faca.
Olho a rua.
Penso em Pasolini.
Pego uma laranja com minha mão.

E estou em Roma.
A neve
traduz a cidade como parte do céu,
ilumina a noite
deixa sobre as casas seu anjo multiplicado.

E você não está aqui.
Fecho uma janela,
olho a televisão,
leio Ungaretti,
penso:

a distância é azul,
eu sou o único que existe entre você e este frio.
Estamos no inverno e esta cidade não é Roma
nem nenhuma outra.
Olha para trás
e posso vê-lo: acaba de apagar uma lâmpada;
tem os olhos fechados
e sonha com um bosque.
De repente,
estende uma mão,
em busca de uma maçã
que está do outro lado da mulher adormecida...

Enquanto isso,
eu odeio este mundo frio como o inferno
e o cansaço que caça lentamente meus olhos.
Odeio o lobo que você deitou na palavra noite
e na forma com que você enche a habitação vazia.
Odeio o que vier a ver
desde agora e para todo o sempre: suas pegadas
na neve de Roma, onde você nunca esteve.
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Flor, a revolução está com muita saudade de você, porque a revolução te ama muito!!!
agefqtj-

Domingo, Fevereiro 10, 2008

Michael Cera and Ellen Page, Anyone Else But You -

Flor, um som pra você!!!
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"I don´t see what anyone can see in anyone else... but you"
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agefqtj-

Sexta-feira, Fevereiro 01, 2008

The Cure, Lovesong

A revolução vai descansar um pouco carnaval. Mas a revolução continua firme e forte, com mtos projetos.
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Flor, eu te amo muita coisa!!!
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The Cure, Lovesong:

Whenever I'm alone with you
You make me feel like I am home again
Whenever I'm alone with you
You make me feel like I am whole again
Whenever I'm alone with you
You make me feel like I am young again
Whenever I'm alone with you
You make me feel like I am fun again

However far away I will always love you
However long I stay I will always love you
Whatever words I say I will always love you
I will always love you

Whenever I'm alone with you
You make me feel like I am free again
Whenever I'm alone with you
You make me feel like I am clean again

However far away I will always love you
However long I stay I will always love you
Whatever words I say I will always love you
I will always love you