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Scarlet Johansson é atriz. Mas canta também. Lançou, há pouco tempo, o disco "
Anywhere I lay my head". Será que é bom?!]
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A revolução lê Bob Black: "O groucho-marxismo, teoria da revolução pela comédia, é muito mais do que um esquema para a luta de crassos: como uma luz vermelha na janela, ilumina o destino inevitável da humanidade, a sociedade déclassé. O g-marxismo é a teoria do deleite permanente (Senta! Isso, dogma bonzinho)" [das Teses Groucho-Marxistas, do livro Groucho-Marxismo, Conrad, 2006]
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C. Tarkos é escritor. Ele escreve o que ele quer. Em outras palavras, liga o botão do foda-se, e escreve: "Sou livre. Escrevo o que quero escrever, sou livre para escrever o que eu quero escrever, eu quero escrever, sou livre para escrever, sou livre para escrever o que quero, escrevo tudo o que eu quero, direi o que eu quero, escreverei o que quero, sou livre para dizer o que eu quero, posso dizer o que eu quero dizer, sou livre para dizer o que quero, escrevo o que quero" [Quadrado 1976645649762351394174, Revista Ficções, tradução de Rubens Figueiredo].
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A revolução acredita no fim de semana, na cama e no descanso necessário. A revolução escuta música, e ponto final.
Flor, te amo demais!!!
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